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  • Fernanda Pereira Altoé

Precisamos repensar as calçadas de nossa cidade.

O Código de Posturas de BH é de 2003 e prevê a padronização das calçadas. Mas, basta andar em poucos quarteirões da cidade para se ver a completa ausencia de mobilidade para quem utiliza carrinhos de bebê, cadeiras de rodas e, até mesmo, de quem precisa andar de salto alto por nossas calçadas. Muitas vezes, temos que recorrer às vias públicas para conseguir transitar. Os pisos podotáteis (aquelas faixas vermelhas em alto relevo fixadas no chão para orientar a locomoção de deficientes visuais) são desencontrados ou descontínuos ao longo do quarteirão e as rampas de acessibilidade são verdadeiras aventuras para se utilizar.


Precisamos de projetos de lei para uniformização das calçadas, a exemplo daquelas de concreto das cidades americanas. Chega de pedrinhas! Há estudos sobre a melhor textura desse material para não ser escorregadio, não dar poças, dilatação para evitar fissuras e rebaixamento. A cidade ganha em mobilidade e economia na manutenção a longo prazo.


Além disso, ao contrário do que é hoje, a construção e manutenção deve ser do município ou deve-se pensar em formas de incentivo fiscal para que os imóveis lindeiros o façam.

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