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  • Fernanda Pereira Altoé

Fiscalização e democracia

Mais uma vez, venho falar da importância da função fiscalizadora do Vereador.


A ineficiência, desperdício de dinheiro público e riscos de corrupção pelo desdém dessa importante função são consequências nefastas para nossa cidade. A fiscalização não é uma escolha do Vereador é um dever, direito do cidadão que paga seus impostos e merece ver o dinheiro bem aplicado e bem controlado.



Sempre me pergunto se não seria possível criar um órgão, dentro da Câmara Municipal, de profissionais com diferentes cursos superiores para assessoramento dos Vereadores nessa função. Dessa forma, teríamos um banco de dados perene, que não dependeria da legislatura dos políticos, um órgão para auxiliar em diferentes aspectos os gastos públicos, fazendo comparativos ano a ano. O que justificaria, inclusive, a redução do exorbitante número de 20 assessores para cada Vereador.


E, em recente conversa, conheci o Sistema Observatório Social do Brasil, e descobri que, ainda, não existe em BH.


Uma instituição não governamental e sem fins lucrativos disseminadora de uma metodologia padronizada. Um espaço para o exercício da cidadania, democrático e apartidário (como toda análise de contas deve ser) com o objetivo de contribuir para a melhoria da gestão pública.


São brasileiros que transformam seu direito de indignar-se em atitude, em favor da transparência e da qualidade na aplicação dos recursos públicos. É a sociedade organizada com o espírito de Cidadania Fiscal.


Precisamos de um Governo de qualidade e de uma comunidade mais proativa!

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